Ir direto para menu de acessibilidade.
Brasil – Governo Federal | Acesso à informação
Início do conteúdo da página

Aluna do IFPA - Campus Paragominas vai representar o Pará e a FPDE em evento internacional feminino

  • Acessos: 380

A estudante-atleta do município de Paragominas, Letícia Silva Sousa, 17 anos, do Instituto Federal do Pará (IFPA), será a representante do estado na "She Runs - Active Girls Leads", Corrida de Rua, que vai ocorrer na Bélgica, será disputada no dia 12 a 17 de setembro, com percurso de 4 quilômetros pela cidade de Bruxelas. 

A Federação Paraense do Desporto Escolar (FPDE) e Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), realizara a seleção através de um concurso de redação para escolher a representante do Pará, que tinha o tema “A presença feminina no esporte e a transformação social”.

Letícia Silva faz parte de um projeto voluntário de basquete, chamado Basketball, que é desenvolvido pelo professor Ramon Carvalho no município há cinco meses. O projeto social não tem um local exato de treinamento, mas ocorre na escola Francisco Brasilino.

A jovem destaca a emoção de levar o nome do município e do projeto a nível internacional. “É um sonho que não consigo acreditar, estou muito feliz e só tenho a agradecer a Deus por essa conquista e todos que me apoiaram a participação do concurso”, disse a jovem. 

O presidente da Federação Paraense do Desporto Escolar (FPDE), Gilson Pereira, destaca evento. “É uma oportunidade para mostrar que não é só os homens que dominam o esporte, mas sim as meninas e mulheres também fazem parte deste empoderamento esportivo, estamos bem representados a nível internacional”, disse o presidente da Federação.

A "She Runs - Active Girls Leads" é exclusiva para alunas-atletas de 17 anos, representantes de mais 30 países. Organizada pela ISF (International School Sport Federation) o evento internacional busca promover a participação e a liderança de alunas no esporte e por meio deles.

 

Redação vencedora 

Atleta: Letícia Silva Sousa

 

Tema: "A presença feminina no esporte e a transformação social !"

 

A presença das mulheres no esporte está crescendo na contemporaneidade, à visibilidade em redes sociais se tornou maior, por exemplo, Rayssa Leal, de 13 anos, foi a que mais se destacou, com um dos principais nomes do Brasil nas olimpíadas de Tóquio após à conquista da medalha de Prata.

Entretanto o preconceito, à discriminação, o machismo, estereótipos, a falta de apoio e ausência de patrocinadores se tornou uma problematização, até mesmo menor valorização que são expressa em premiações e salários. Os homens ocupam historicamente um lugar maior no esporte e mulheres que exercer alguma função esportiva enfrentam esses diversos desafios. O solo esportivo ao longo dos anos foi majoritariamente concebido como território masculino, evidentemente as lutas das mulheres nesse meio social ainda é difícil.

O esporte de certa forma é um meio de interação social muito grande, tem um papel importante de liderança. A presença feminina foi importante na era Vargas, pois Asaléa de Campos vulgo Léa Campos, foi reconhecida como "a primeira mulher árbitra de futebol profissional do mundo", lutou contra uma lei machista, que alegava a impotência feminina da prática de mulheres no esporte e Léa Campos fez história com sua representatividade e mostrou que a sua grande luta não foi atoa, dando coragem aquelas vozes femininas que foram caladas nos primórdios da humanidade.

A jogadora Marta em 2015 passou de Pelé e se tornou a maior artilheira de seleção Brasileira, uma figura publica feminina que influência outras mulheres a seguirem a prática esportiva, novas gerações se inspiram nestes talentos do esporte feminino, além da grande vantagem do empoderamento feminino mostrando que o esporte não é apenas para homens e tornando a sociedade feminina mais persistente em seus objetivos no esporte. Ser mulher no esporte é resistência, é a força de vontade de querer mais, desafiar as restrições que impedem de seguir em frente, ousar nas suas caminhadas sem medo, não se contentar com crenças limitantes e mostrar o seu poder naquilo que elas dominam no esporte feminino.

 

Autor: Federação Paraense de Desporto Escolar - FPDE

registrado em:
Fim do conteúdo da página
-->